sexta-feira, março 31, 2006

Minuto Verde nas manhãs da RTP1

Desde o início de Março que a RTP1 vem mostrando, diáriamente no programa informativo matinal, um apontamento de 1 minuto com a colaboração da QUERCUS, sobre como poupar energia, reciclar, enfim, viver de uma maneira mais saudável e respeitar a natureza e os recursos naturais que o nosso planeta no oferece, mas que um dia poderão acabar.
As pequenas reportagens são bastante úteis e estão muito bem feitas e com uma linguagem acessível a todos.
Agora é só seguir os conselhos da QUERCUS...

quinta-feira, março 23, 2006

domingo, março 19, 2006

O dia do Pai - Parte 2

Foi comemorado com a visita dos dois filhos (eu e o meu irmão) e a minha cunhada à casa dos meus, onde almoçámos com eles e a minha avó.
Levei-lhe uma caixa de DVDs de Westerns, que ele gosta.
Correu bem mas não ficámos muito tempo depois do almoço pois amanhã é dia de trabalho.
Ele ficou satisfeito por estarmos os dois.
Se eu quisésse dizer mal, teria escrito que talvez o que mais gostou foi de eu não ter levado o meu companheiro, que foi também almoçar com os pais dele.
Ou então podia dizer que o meu irmão, tão parecido com o meu pai, nem conseguiu comprar uma prenda para o pai e ligou-me a dizer que pagava metade do que eu tinha comprado e a minha prenda ficava dos dois.
Mas eu não sou de dizer mal. Só quando é verdade...

Dia do Pai - O meu pai

Nunca fui muito próximo do meu pai. Pouco temos em comum, fora as parecenças físicas.
O meu pai nunca me disse nada de especial. Sempre mandou recados pela minha mãe.
Acho que não é culpa dele. Ou talvez seja.
Se fosse um computador diria que não tem instalado o programa do afecto. Como não é uma máquina, acho que não sabe fazer melhor. É muito fechado. Egoísta mesmo.
Entretanto é o meu pai.
Sobre a minha homossexualidade, como podem imaginar, é um castigo. Ele não consegue aceitar. Não consegue aceitar o meu companheiro apesar de estarmos juntos há 12 anos.
Por vezes, e acredito que por esforço da minha mãe, andamos um passo em frente mas pouco tempo depois parece que voltamos a recuar ou a retroceder dois ou três passos.
Lembram-se do pai do Jack no filme "Brokeback Mountain", que mesmo sabendo quem o outro era não o deixou espalhar as cinzas na montanha? O meu pai é também assim. Lembrei-me muito dele enquanto assistia ao filme.
Mas é o meu pai.
Neste momento estou à espera do meu irmão que me vem buscar para irmos almoçar com os meus pais. Vamos fazer algumas horas de carro mas é o dia do pai. Se valer a pena eu digo-vos como correu.

sábado, março 18, 2006

quinta-feira, março 16, 2006

Flutuo

Consigo deslindar o meu gosto
Sem esforço
Balanço, é o que a maré me dá
E eu não contesto

O meu destino está fora de mim
Eu aceito
Sou eu despida de medos
E culpas confesso

Hoje eu vou fingir
Que não vou voltar
Despeço-me, do que mais quero
Só para não te ouvir dizer
Que as coisas vão mudar
Amanhã

Flutuo
Consigo deslindar o meu gosto
Sem esforço
Balanço, é o que a maré me dá
E eu não contesto

Amanhã, pensar nisso
Sempre me dá mais jeito
Fazer de mim
Pretérito mais que perfeito

Hoje eu vou fingir
Que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer
Que as coisas vão mudar
Amanhã… amanhã

Hoje eu vou fugir
Para não me dar
Á vontade de ser tua
Só para não me ouvir dizer
Que as coisas vão mudar
Amanhã… amanhã… amanhã
Flutuo

Não consigo parar de cantar esta canção da Susana Felix

domingo, março 12, 2006

E ainda os Oscars

Foi uma cerimónia bastante morna. Talvez a entrega dos Oscars também já não seja a mesma (como os Festivais da Canção).
Gostei do início do apresentador e do conjunto de clips supostamente Gays de clássicos Westwern.
Como eu previa - e não quer dizer que assim o desejasse - o filme BROKEBACK MOUNTAIN não ganhou o melhor filme. No entanto gostei do CRASH e acho que a mensagem desse filme fosse mais importante que a do Brokeback. Pelo menos o tema está apresentado de outra maneira.
Tive pena que o Jake Gyllenhaal não ganhasse o Oscar de melhor actor secundário, mas mais oportunidades virão com certeza, pois ele é um excelente actor.

Image hosting by Photobucket

Xeque ao Rei

Terminei há poucos dias a obra mais recente de Joanne Harris.
A história deste livro conta a história de alguém que nunca consegue ser a pessoa que gostaria. Uma história de amor, de crime e de segredos passado num colégio particular inglês.
É uma boa história, um bocado morna no início, mas que depois, com o deslindar de todos os mistérios, se compreende o porquê de todos os aspectos da história.
Muito bem escrito.

Tenho ainda para ler o romance anterior da mesma autora.

Arte

Acho que ainda não falei nisto aqui porque nem é uma coisa muito importante.
Tenho uma boa relação com a pintura. Gosto e aprecio um bom quadro e uma boa pintura.
Fiz, há bastantes anos, um pequeno curso de Aguarela e pintei algumas coisas sem importância que estão, a maior parte na casa dos meus pais, que é quem lhes dá mais valor.
Há dias, num dos dias que fiquei doente em casa, peguei nos meus lápis, na minha caixa de aguarelas e num bloco e voltei a sentir o prazer da pintura.
Correu bem, como eu costumo dizer. Não foi para o lixo.
Entretanto, e por falar em pintura, outro quadro que também foi badalado nos últimos dias foi o retrato de Sampaio feito pela pintora Paula Rego.
Eu não sou fã de Paula Rego, não gosto dos seus quadros que acho feios e grotescos, por isso também não deve ser novidade a minha opinião sobre o retrato do ex-presidente Sampaio...

Image hosting by Photobucket
Eu não gostava de ficar assim prá história...

Festival

Lá se realizou mais um Festival da Canção. Confesso que não acompanhei com atenção porque já me cansei um bocado pois sei que "O Festival" como nós, os mais velhotes (isto soam mal), o conhecemos já nunca mais vai voltar.
No entanto o programa pareceu-me pobresito, cheio de falhas. Os apresentadores não estiveram bem. Foi triste. A canção que ganhou não me pareceu a mais forte ou original.
A minha pergunta é: Quando é que Portugal dá uma resposta correcta à Eurosivão e responde com um NÃO redondo?

quinta-feira, março 09, 2006

Heights

Num dos meus dias em que fiquei em casa vi este filme. Nem tinha ouvido falar dele. Confesso que o trouxe do Blockbuster porque tinha a Glen Close e gosto muito dela.
E depois tinha qualquer coisa sobre homossexuais...
E não é que o lado Gay do filme acaba por ocupar uma parte consideravel do filme?
O tema não é novo. São as dúvidas. O viver ou não uma vida livre de preconceitos.
Vejam que está muito bom.

quinta-feira, março 02, 2006

Hospitais

Se há coisa que eu detesto são hospitais. Nem gosto de ir fazer visitas, quando mais de ter eu que ir ao hospital.
Hoje passei a manhã no Hospital de Santa Maria para fazer um suposto exame que não se chegou a realizar. Esperamos e desesperamos ...
O que é que faz com que os médicos se tornem naqueles senhores tão poderosos e tão acima dos doentes que acabam por tratar os seus clientes como gado?
Saio sempre de lá furioso!
O melhor era não precisar!...