terça-feira, julho 31, 2012

Maeve Binchy


Morreu uma das minhas escritoras favoritas, a irlandesa Maeve Binchy. Livros como 'De Alma e Coração' e 'Uma Casa na Irlanda' retratam bem a sua obra e são os meus favoritos. Títulos como 'Círculo de Amigos' e 'Uma casa na Irlanda' foram já adaptados ao cinema. Comprei há semanas numa feira um que andava à procura há algum tempo, 'Os Bosques de Whitethorn', que irei ler em breve. O último romance da autora foi editado em 2010, chama-se 'Minding Frankie' e acho que ainda não foi traduzido para português.

A particularidade dos romances desta autora era a facilidade como criava personagens muito humanas que quase nos fazia acreditar que eram verdadeiras. As relações entre as pessoas eram os seus temas favoritos e a autora fez com que algumas personagens de um livro aparecessem depois em outros, o que agradava aos leitores porque podiam saber o que tinha acontecido a um determinado personagem. 

Temas muito reais apaixonaram leitores por todo o mundo. 

A escritora morreu num hospital de Dublin acompanhada pelo seu marido. Será, com certeza, imortalizada pela obra que nos deixou.


30 Dias de Férias

Ainda há, hoje em dia, quem tenha 30 dias seguidos de férias. Não sei como é que isso acontece, se as pessoas nunca tiram um dia ou se têm mais férias do que o normal. Também não sei o que fazem. Fico sempre a pensar nisto quando me dizem 'Vou 30 dias para o Algarve' ou ' Vou um mês para o Alentejo', ou para o norte, enfim.
Estava a pensar nisto quando cheguei à conclusão que, nos meus quase 43 anos de vida, nunca tirei 30 dias seguidos de férias. Deve ser fantástico ir de férias e saber que ainda se tem quatro semanas à nossa frente de lazer e sem rotinas, sem horas... deve ser mesmo muito bom.
Por isso decidi. Um dos meus objectivos de vida vai ser, uma vez que seja, ter 30 dias seguidos de férias. 

Como é que vou conseguir isso, já será outra conversa!! 

segunda-feira, julho 30, 2012

Magic Mike


Sem magia, sem surpresas.
Para além do óbvio... sem grande interesse.
Falta-lhe um bom argumento. Houve uma certa tentativa de tornar a história interessante mas o final deixou muito a desejar.

quinta-feira, julho 12, 2012

'A Palavra para Mundo é Floresta'


Livro: THE WORD FOR WORLD IS FOREST
de Ursula K. Le Guin
Primeiro que tudo há que mencionar o fabuloso título deste livro, está de facto, muito bem imaginado. De seguida, a actualidade do tema para um livro que foi editado a primeira vez em 1972. Podemos ler este livro de duas formas, como uma obra de ficção científica com um tema que não é novo mas que tem as suas originalidades neste mundo-floresta onde, certamente, a equipa do filme AVATAR foi buscar a essência, ou como uma alegoria ao nosso planeta e às ameaças ecológicas que este sofre pelos seres humanos. É impossível não cruzar as duas ideias e a partir daí temos uma boa história de ficção, talvez um pouco inocente para os dias de hoje, mas com uma moral ecológica e psicológica muito bem marcada. Gostei bastante do livro e vou, certamente, ler mais alguns livros da autora em breve.

Este foi também o primeiro livro que li sem papel, ou seja, no IPAD. Lê-se muito bem. É um livro que não irei ler novamente, que iria ficar a ocupar espaço nas minhas estantes já super lotadas. Não há necessidade desse consumo de papel. Que melhor livro para evoluir para uma posição mais verde neste mundo que cada vez menos é uma floresta?


segunda-feira, julho 09, 2012

The Amazing Spider Man


Quantas versões para o grande écran já foram feitas? e... precisávamos de um outro remake da história do Homem Aranha?

Estas foram perguntas que me vieram à cabeça quando tive que ir ver este filme porque sim, porque é o Homem aranha. Enfim, o filme não está mal de todo, está até melhor do que as versões anteriores com o Tobey Maguire. A história tem poucas surpresas para além de um novo vilão, o homem-lagarto (não sei se é assim que se chama realmente) e ganha pelo elenco de actores que está feito para o papel ao contrário de algumas versões anterioes. Andrew Garfield como Homem Aranha e Emma Stone (As Criadas) como o seu par romântico, Rhys Ifans como o vilão e os familiares do Homem-aranha, o pai (Campbell Scot), o tio (Martin Sheen) e a tia, a fabulosa Sally Field. Até se pode dizer que, com um elenco destes, como é que se pode falhar? E é verdade. O filme não falha. É o Spider Man da nova geração. Eu é que vou estando velho para isto!!

Filme de Verão a ver.

terça-feira, julho 03, 2012

Ice Age 4



(Versão portuguesa e Digital)
Poderia pensar-se que um quarto capítulo poderia tornar-se aborrecido ou repetitivo, mas não!
Voltou a diversão, a qualidade da animação, a originalidade da história, as situações cómicas, as personagens muito bem caracterizadas, a boa disposição!!
Um bom filme fresquinho (com muito gelo) para este Verão!

Anderson Cooper


As you know, the issue you raise is one that I've thought about for years. Even though my job puts me in the public eye, I have tried to maintain some level of privacy in my life. Part of that has been for purely personal reasons. I think most people want some privacy for themselves and the people they are close to.
But I've also wanted to retain some privacy for professional reasons. Since I started as a reporter in war zones 20 years ago, I've often found myself in some very dangerous places. For my safety and the safety of those I work with, I try to blend in as much as possible, and prefer to stick to my job of telling other people’s stories, and not my own. I have found that sometimes the less an interview subject knows about me, the better I can safely and effectively do my job as a journalist.
I've always believed that who a reporter votes for, what religion they are, who they love, should not be something they have to discuss publicly. As long as a journalist shows fairness and honesty in his or her work, their private life shouldn't matter. I’ve stuck to those principles for my entire professional career, even when I’ve been directly 12039_084asked “the gay question,” which happens occasionally. I did not address my sexual orientation in the memoir I wrote several years ago because it was a book focused on war, disasters, loss and survival. I didn't set out to write about other aspects of my life.
Recently, however, I’ve begun to consider whether the unintended outcomes of maintaining my privacy outweigh personal and professional principle. It’s become clear to me that by remaining silent on certain aspects of my personal life for so long, I have given some the mistaken impression that I am trying to hide something - something that makes me uncomfortable, ashamed or even afraid. This is distressing because it is simply not true.
I’ve also been reminded recently that while as a society we are moving toward greater inclusion and equality for all people, the tide of history only advances when people make themselves fully visible. There continue to be far too many incidences of bullying of young people, as well as discrimination and violence against people of all ages, based on their sexual orientation, and I believe there is value in making clear where I stand.
The fact is, I'm gay, always have been, always will be, and I couldn’t be any more happy, comfortable with myself, and proud.
I have always been very open and honest about this part of my life with my friends, my family, and my colleagues. In a perfect world, I don't think it's anyone else's business, but I do think there is value in standing up and being counted. I’m not an activist, but I am a human being and I don't give that up by being a journalist.
Since my early days as a reporter, I have worked hard to accurately and fairly portray 19447_001_1563_CCgay and lesbian people in the media - and to fairly and accurately portray those who for whatever reason disapprove of them. It is not part of my job to push an agenda, but rather to be relentlessly honest in everything I see, say and do. I’ve never wanted to be any kind of reporter other than a good one, and I do not desire to promote any cause other than the truth.
Being a journalist, traveling to remote places, trying to understand people from all walks of life, telling their stories, has been the greatest joy of my professional career, and I hope to continue doing it for a long time to come. But while I feel very blessed to have had so many opportunities as a journalist, I am also blessed far beyond having a great career.
I love, and I am loved.
In my opinion, the ability to love another person is one of God’s greatest gifts, and I thank God every day for enabling me to give and share love with the people in my life. I appreciate your asking me to weigh in on this, and I would be happy for you to share my thoughts with your readers. I still consider myself a reserved person and I hope this doesn’t mean an end to a small amount of personal space. But I do think visibility is important, more important than preserving my reporter’s shield of privacy.